Leão perde de novo e se aproxima do Z-4: análise Sport 0x1 Atlético-GO

Por: Felipe Holanda

O Sport já vê de perto o Z-4 no Campeonato Brasileiro. Perdeu a segunda seguida dentro de casa, caindo para o Atlético-GO por 1 x 0, nesta segunda (23), no fechamento da 22ª rodada. Com o revés, está apenas um ponto à frente da zona de degola.

Devido a um surto de contágio da Covid-19 na comissão técnica, incluindo Jair Ventura, o Leão foi comandado pelo preparador físico Ricardo Henriques e se postou no 4-1-4-1 como base, variando para o 4-4-1-1 e o 4-4-2 em situações defensivas.

Disposição tática inicial dos rubro-negros (Feito no Tactical Pad)

COMO FOI

O Sport começou o confronto fazendo o que mais fez durante os 90 minutos: abusar das bolas longas. Assim, viu o Dragão levar mais perigo inicialmente, com os extremos dando trabalho a marcação pernambucana, o que ocasionou uma série de faltas marcadas. Numa dessas oportunidades, Gilvan quase abriu o placar.

A principal novidade na escalação foi a presença de Mikael na referência do ataque. Quando o Atlético tinha a posse, o Leão se fechava bem, postado no 4-4-2 tradicional, com apenas o centroavante e Thiago Neves mais à frente.

Rubro-negro na defesa (Imagem: Sportv)

Ofensivamente, entretanto, era pouco produtivo, com passes infrutíferos no terço final do campo, levando pouco perigo à meta do goleiro Jean; enquanto isso, do outro lado, Luan Polli fazia grandes defesas e evitava o pior.

A equipe da Praça da Bandeira voltou com a entrada de Marquinhos no posto de Jonathan Gómez para o segundo tempo, variando para o 4-4-1-1 em situações defensivas.

Outra postura sem a bola (Imagem: Sportv)

Tentando ser vertical, apostava num 4-2-3-1, com Leandro Barcia, Neves e Marquinhos na penúltima linha, além da chegada dos laterais no apoio, buscando brechas na defesa rival.

Uma das poucas investidas ofensivas (Imagem: Sportv)

Até que, quando os donos da casa pareciam crescer na partida, veio o gol atleticano. Thiago cobrou falta na barreira e Janderson mandou para as redes após contra-ataque fulminante.

Em desvantagem, o marasmo ainda aumentou. Um pênalti mal marcado e anulado pela árbitra com revisão no VAR foi o último suspiro, mas o que restou foi sair de cabeça baixa. Com a derrota, o time da Ilha segue sua sina de não conseguir virar o placar, marca que já dura mais de um ano.

Foto: Anderson Stevens/Sport

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