Dia do fico: análise Cruzeiro 0x0 Náutico

Por: Mateus Schuler

O dia do fico para o Náutico. Indo da deriva à calmaria na Série B do Campeonato Brasileiro, o Timbu nadou e desta vez não morreu na praia, garantindo sua permanência na Segundona. Um empate sem gols diante do Cruzeiro neste domingo (24) no Independência, pela 37ª rodada, foi o suficiente para evitar a tão temida queda.

Agora sem pretensões no campeonato, já que conseguiu cumprir o objetivo, o time pernambucano tem apenas mais um jogo para fechar a temporada. Os alvirrubros, que ocupam a 15ª posição com 43 pontos, receberá o CSA na próxima sexta-feira (30), às 21h30, nos Aflitos; os alagoanos ainda precisam de combinação de resultados para conquistar o acesso à elite.

Timbu manteve o 4-2-3-1 de praxe no jogo da permanência (Feito no TacticalPad)

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COMO FOI

Como precisava apenas do empate, o Náutico começou o jogo segurando o ímpeto do Cruzeiro, mas saindo ao ataque para equilibrar melhor as ações. O Timbu teve a primeira boa chance depois de uma quase lambança por parte da arbitragem, quando Kieza foi lançado e Fábio foi expulso ao afastar com a mão; o goleiro cruzeirense recebeu o cartão vermelho após comunicação do quarto árbitro. Na falta, Jean Carlos soltou o pé e a bola saiu próxima à trave esquerda.

Sem muita criatividade no campo ofensivo, mesmo com um a mais, a equipe alvirrubra pecou na busca de opções para assustar a meta adversária. Ter a posse parecia ser suficiente, pois a pontaria e a infiltração dos pontas era um tanto nula. Não por acaso, a segunda jogada de perigo dos pernambucanos foi novamente com o camisa 10 em um tiro livre, porém dessa vez Vitor Eudes afastou.

Alvirrubros apostaram no 4-2-3-1 nas investidas ofensivas (Imagem: SporTV/Premiere)

Para a segunda etapa, Hélio dos Anjos decidiu ajustar as laterais, colocando Kevyn na vaga de Hereda. De início, a substituição foi apenas figurativa, com a Raposa forçando o Timba a se defender, ficando no 4-4-2 bem definido; os alvirrubros ficaram bastante cautelosos e foram valorizando o resultado para a permanência.

Sentindo a pressão, apesar da superioridade numérica, o comandante optou por promover mais duas mexidas para agredir o adversário: saíram Djavan e Vinícius, entrando Jhonnatan e Dadá Belmonte. A única boa chance de tirar o zero do placar, inclusive, veio com Vinícius no seu último lance em campo ao bater da intermediária, contudo explodiu na trave.

Pernambucanos se fecharam das ações cruzeirenses no 4-4-2 (Imagem: SporTV/Premiere)

Créditos da foto principal: Gustavo Aleixo/Cruzeiro

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