Invictos no caldeirão: análise Náutico 1 x 1 CSA

Por: Felipe Holanda

O caldeirão dos Aflitos voltou a ser um aliado para o Náutico sob a batuta de Hélio dos Anjos. Com empate em 1 x 1 diante do CSA nesta sexta-feira (29) mesmo sem pretensões na tabela, o Timbu se mantém invicto dentro de casa após a chegada de Hélio, engatando seis vitórias e três empates. Pontos cruciais que evitaram a queda na Série B do Campeonato Brasileiro.

Mesmo já livre da queda, o comandante pôs o time com força máxima e agiu como fosse final de campeonato. Manter a mística do estádio era questão de honra. Pediu atenção ao time, que se postou no 4-2-3-1 base, com Vinícius sendo o desfalque mais sentido na escalação inicial.

Formação inicial do timbu (Feito no Tactical Pad)

Necessitando do resultado positivo, foi o CSA que entrou pilhado em campo. Afoito, criou logo cedo uma chance de perigo, quando Yago recebeu de Andrigo e pôs Anderson para trabalhar pela primeira vez; goleiro alvirrubro voltou a ser eficiente em arremate certeiro de Gabriel, espalmando para longe.

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Com Rhaldney e Djavan como guardiões da pequena área, o Náutico conseguiu frear o ímpeto alagoano e equilibrar as ações, ao menos na posse de bola; Erick, em infiltrações pela direita, foi uma válvula de escape importante na transição, incomodando o experiente Diego Renan por aquele lado.

Marcando no 4-2-3-1 em bloco médio, viu o Azulão perder o gás inicial. Assim, o Timbu passou a valorizar a posse e criar chances de perigo, principalmente com Jean Carlos nas bola paradas. Rhaldney, outrora protetor, resolveu arriscar de longe, até acertou o alvo, mas Matheus Mendes fez a defesa.

Além de igualar, superou. Em mais uma bela jogada, Erick penetrou nas costas de Diego, teve tempo de fintar o zagueiro Rodolfo Filemon antes de finalizar para estufar as redes e abrir o placar favor do donos da casa. No lance, o quarteto ofensivo se fez presente na grande área do Marujo, além do apoio dos laterais.

Lance do belo gol de Erick, mesmo com a pressão azulina (Imagem: Premiere)

Quando tudo parecia que ficaria morno, o equilíbrio voltou e por mérito alagoano, que chegou ao empate. Assim, os alvirrubros tentaram reagir logo de imediato, quando Jean Carlos chutou de fora da área e a bola saiu com perigo.

Para tentar melhorar a postura, Hélio dos Anjos promoveu as entradas de Matheus Trindade e Dadá Belmonte nas vagas de Djavan e Bryan, respectivamente. Na teoria, seis por meia dúzia, mantendo o jogo parelho até o apito final. No fim, Carpina ainda errou o chute e a vitória ficou por um triz.

Espaço entrelinhas para o meia pensador deixar o atacante na cara do gol (Imagem: Premiere)

Créditos da foto principal: Caio Falcão/Náutico

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