Fogo amigo: análise Atlético-GO 1 x 1 Sport

Por: Mateus Schuler

O Sport chegou muito próximo de voltar a vencer na Série A do Campeonato Brasileiro, mas uma falha defensiva custou caro. Nesta quarta-feira (7), o Leão visitou o Atlético-GO no Antônio Accioly, em Goiânia, e ficou no empate em 1 x 1, permanecendo próximo à zona de rebaixamento; partida válida pela 10ª rodada.

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Apesar da sequência negativa, Umberto Louzer optou por não surpreender e voltou a repetir a escalação dos últimos dois compromissos. Assim, Marcão e Zé Welison formaram a cabeça de área, enquanto que Neílton, Thiago Neves e Everaldo ficaram na trinca atrás do centroavante André; zagueiro Maidana e lateral-direito Patric continuaram como desfalques, mantendo o time no 4-2-3-1.

Leoninos tiveram base titular mantida pelo terceiro jogo seguido (Feito no Tactical Pad)

COMO FOI

Mesmo precisando da vitória para ficar em situação menos complicada na tabela, o Sport começou a partida mais precavido e optando por se defender das investidas. Com o Atlético-GO pouco criativo, o Leão até que não sofreu, mas soube fechar os espaços com duas linhas de 4 bem definidas e tentou usar o contra-ataque como alternativa.

Como a marcação se postou muito baixa, o Dragão passou a se fazer mais presente ao campo ofensivo. Se nas jogadas trabalhadas os rubro-negros não levaram perigo, na bola parada criaram sua melhor chance: Zé Welison bateu escanteio aberto na pequena área e Sabino cabeceou; a bola raspou em Oliveira e saiu próxima à meta atleticana.

Apesar da posse ser superior aos goianos, que tiveram oportunidade com a finalização de André Luís, os pernambucanos seguiram bem fechados e não deram liberdade. A constante alternãncia entre 4-4-2 e 4-4-1-1 deu solidez à defesa leonina, controlando os chutes a gol dos adversários, fazendo Maílson mal ser exigido.

Sport se fechou com duas linhas para bloquear espaços ao Dragão (Imagem: SporTV/Premiere)

Para o segundo tempo, Louzer decidiu não realizar mudanças na equipe, no entanto a postura voltou mais agressiva. Logo aos dois minutos, Zé Welison cobrou escanteio e a bola ficou viva na pequena área, batendo em Éder e indo na trave; no rebote, Marcão chegou de joelho para completar e abrir o placar.

Quando tudo parecia que seria tranquila para o Leão, uma falha defensiva voltou a deixar tudo igual. Hayner recuou mal para Rafael Thyere, que teve um domínio atrapalhado e a sobra ficou com Arthur Gomes; o camisa 10 do Atlético-GO ficou de frente para Maílson e só teve o trabalho de mandar para o gol.

Além da saída forçada de Hayner por contusão, com Ricardinho acionado na lateral direita, o comandante leonino promoveu Tréllez na vaga de Neílton. As mudanças não modificaram tanto o desenho ofensivo, mantendo o 4-2-3-1, contudo faltou criatividade. No fim, o técnico rubro-negro realizou mais três mexidas, colocando Maxwell, Thiago Lopes e Mikael nos lugares de Everaldo, Thiago Neves e André, porém sem surtir efeito para buscar a vitória.

Laterais tentaram ajudar na criação rubro-negra (Imagem: SporTV/Premiere)

Créditos da foto principal: Anderson Stevens/Sport

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