Voos parelhos: análise Retrô 3 x 3 ASA

Por: Mateus Schuler

Ninguém voou mais alto no duelo entre o Retrô e o ASA. Superior na maior parte do jogo, a Fênix ficou no empate em 3 x 3 neste domingo (11), na Arena de Pernambuco, chegando ao terceiro jogo sem vitória e se distanciando da liderança no Grupo 4 da Série D do Campeonato Brasileiro; partida foi válida pela sexta rodada.

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Para o confronto diante do Fantasma, o técnico Luizinho Vieira manteve o já tradicional 4-3-3, porém não contou com as presenças de Carlos Alexandre, vetado pelo departamento médico, e Gelson, suspenso pela expulsão contra o Juazeirense. Por outro lado, teve a volta do lateral-esquerdo Guilherme aos 11, recuperado da Covid-19.

Azulinos se mantiveram com sistema habitual mesmo modificado (Feito no Tactical Pad)

COMO FOI

O jogo começou bastante equilibrado, apesar da situação totalmente oposta na tabela. A primeira boa oportunidade foi dos alvinegros, que conseguiram o êxito logo cedo. Daivison ficou com o rebote pelo lado esquerdo e levantou dentro da área, tendo bate-rebate; a sobra caiu no pé de Marcão mandar de primeira e estufar a rede.

Ao sentir o golpe, o Retrô não abriu mão de atacar e se manteve intenso para buscar o empate. A recompensa não apenas veio, mas como foi ainda maior aos pernambucanos. Após falta cobrada na pequena área, Otávio apareceu como uma bala e cabeceou para o gol. Enquanto comemorou a igualdade, a Fênix aproveitou a saída errada do ASA e virou: Gustavo tomou a bola, limpou da direita para a esquerda e acertou o ângulo.

Se a virada já estava trazendo tranquilidade aos azulinos em campo, com o 4-1-2-3 apoiado pelos laterais sendo mantido, a vantagem ficou ainda maior antes do intervalo. Jean bateu tiro de meta, a marcação alvinegra falhou e a posse caiu no pé de Gustavo, que encobriu Dida e marcou mais um belo gol na partida.

Azulinos foram muito ofensivos durante toda a etapa inicial (Imagem: Eleven Sports)

Nos minutos finais de um primeiro tempo muito movimentado, quando tudo parecia que não teria nova alteração no marcador, o Fantasma voltou a dar sustos. Valdeir cobrou falta tirando dos defensores na pequena área e, livre, Zé Wilson surgiu com qualidade e testou para o fundo do barbante retroense para diminuir a desvantagem.

Para a segunda etapa, Luizinho Vieira optou pela manutenção da equipe, já que a vitória parcial deu certa segurança. Mesmo criando pouco no ataque, o Retrô mostrou solidez na defesa, evitando a criação de jogadas por parte dos alagoanos ao formar o 4-1-4-1 de blocos médio-baixos bem compactos, fechando bem os espaços.

Na tentativa de resolver logo o confronto, Neílson, Kauê e Tiago Adan foram acionados, com Augusto Potiguar, Janderson e Ruan Costa sendo sacados do time. O gramado ficou pesado por conta de uma forte chuva que caiu na Arena e o castigo pela baixa produtividade ofensiva veio nos últimos minutos de jogo: Gabriel derrubou o próprio xará na pequena área e Zé Wilson bateu seguro, deixando tudo igualado até o apito final.

Compactados na defesa, pernambucanos foram castigados no fim (Imagem: Eleven Sports)

Créditos da foto principal: Abne Quintino/Retrô FC

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