Só faltou o gol: análise Sport 0 x 0 Bragantino

Por: Mateus Schuler

Por um detalhe. O Sport bem que tentou durante toda a partida, mas o placar contra o Bragantino não saiu do zero, faltando apenas o gol nas chances que criou, em jogo disputado nesta sexta-feira (6). Com o resultado, o Leão não consegue se afastar da zona do rebaixamento, contudo vai agora à 14ª posição, somando 15 pontos; confronto foi válido pela abertura da 15ª rodada.

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Para o duelo diante do Massa Bruta, Umberto Louzer optou pela manutenção do 4-2-3-1 nos rubro-negros, repetindo praticamente todo o time titular que venceu o Bahia. Chico seguiu na lateral esquerda, já Marcão e Gustavo foram acionados após voltarem de suspensão; na referência do ataque, Mikael foi o escolhido, ganhando a vaga de André.

COMO FOI

Conforme esperado, o confronto iniciou bastante equilibrado, mas com leve superioridade do Bragantino. Apesar de mais retraído nesse começo de jogo, o Sport deu brechas para infiltrações, principalmente na cabeça de área e o Massa Bruta tentou aproveitar, porém não teve boa pontaria; postado no 4-4-2, o Leão se defendeu em blocos médio/baixos para conter o ritmo.

Ainda que ficasse mais em seu próprio campo, o time rubro-negro buscou se atirar ao setor ofensivo nos espaços dados pelo adversário. O primeiro lance de perigo veio quando Paulinho Moccelin recebeu na direita, limpou e cruzou para Mikael que, de carrinho e sozinho, completou sobre o gol. Pouco depois, Cuello arriscou de fora da área e a bola beliscou no travessão, assustando a meta de Maílson.

Mesmo com os paulistas querendo controlar a partida, os leoninos passaram a atacar melhor e reequilibrar o duelo. Formando o tradicional 4-2-3-1, tendo Gustavo como responsável pela armação, criou duas boas chances e parou em Cleiton; na primeira, o camisa 39 serviu Paulinho Moccelin na entrada da área, que bateu firme e o arqueiro alvinegro espalmou. Em sequência, Mikael fez o pivô e Gustavo obrigou o goleiro a tirar no susto.

Para o segundo tempo, o técnico Umberto Louzer optou pela manutenção do time, tanto na proposta, como nas peças. Não por acaso, seguiu com o ritmo do final da primeira etapa e teve duas boas oportunidades após cobranças de escanteio de Moccelin; em uma, Marcão cabeceou fraco e Cleiton pegou seguro, enquanto na outra Chico ficou com a sobra ao Sabino escorar dentro da área e parou na trave.

Bem defensivamente, repetindo o 4-4-2 dos 45 minutos iniciais ao defender, o Leão continuou explorando as falhas do Braga para tentar sair à frente do placar. Em uma dessas jogadas, Paulinho recuperou a bola pela esquerda e a bola sobrou com Gustavo na entrada da área; o camisa 39 soltou o pé e o goleiro voltou a defender.

Com o Bragantino pouco criativo, por jogar no erro, os rubro-negros foram ao ataque tendo maior volume; se sobrou vontade, faltou pontaria. Assim, Louzer promoveu as entradas de André, Thiago Neves e Thiago Lopes nos lugares de Mikael, Gustavo e Everaldo. Nos minutos finais, Paulinho Moccelin cobrou falta lateral e o arqueiro alvinegro cortou; já nos acréscimos, porém, Moccelin deu corta-luz e Thiago Neves, entrando na pequena área, mandou mal e sobre o gol.

Créditos da foto principal: Anderson Stevens/Sport

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