Sinfonia de uma nota só: análise Náutico 1 x 1 Vitória

Por: Felipe Holanda

Uníssono. Batendo na mesma tecla com as bolas paradas de Jean Carlos, o Náutico ficou no empate com o Vitória em 1 x 1 neste domingo (29), nos Aflitos, e desperdiçou chance de voltar ao G-4 da Série B do Campeonato Brasileiro após a 21ª rodada.

Na escalação inicial, Marcelo Chamusca repetiu o time que havia vencido o CSA, fora de casa, na última rodada, exceto pela entrada de Marciel na vaga do suspenso Djavan. No entanto, manteve o esqueleto tático do 4-2-3-1, principalmente em fase ofensiva.

Formação inicial do time de Chamusca (Feito no Tactical Pad)

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COMO FOI

Pouca intensidade. Com a bola nos pés, o Náutico não conseguiu ter o ímpeto necessário, rondando a área rubro-negra sem muita objetividade. Já quando o Vitória saía para o jogo, a estratégia era se fechar com variações entre o 4-4-2, 4-3-3 e o próprio 4-2-3-1.

Postura dos alvirrubros, de azul (Imagem: SporTV/Premiere)

Buscando o gol, a equipe pernambucana chegou a formar uma última linha de 4, no 4-2-4, atacando em blocos na tentativa de furar a marcação do Leão, também sem resultado. Um dos motivos da pouca produtividade era a falta de profundidade, tendo Vinícius bem marcado na esquerda, e Tailson, na direita, em atuação pouco inspirada.

Timbu em fase ofensiva (Imagem: SporTV/Premiere)

Enquanto isso, os visitantes levaram perigo com finalizações de Wesley e Roberto. A tentativa de resposta veio na seguida, mas ainda sem eficácia: Vinícius arrematou de longa distância e mandou à esquerda do alvo.

Marcando mais adiantado no fim da primeira etapa, o time da Rosa e Silva conseguiu assustar a teve grande chance de abrir o placar. Hereda cruzou para Vinícius, que isolou a bola para desespero do técnico Marcelo Chamusca, que esbravejou contra o gramado. E foi só.

Tentativa de marcação-pressão dos comandados de Chamusca (Imagem: SporTV/Premiere)

No segundo tempo, mais impositivo com as entradas de Iago Dias e Luiz Henrique nas vagas de Tailson e Marciel, respectivamente, o Náutico conseguiu abrir o placar, mas em bola parada. Jean Carlos fez sua cobrança característica e Vinícius, no primeiro pau, completou.

Após o gol, o erro foi recuar as linhas de marcação, mantendo a variação para o 4-4-2. Foi a deixa que o Vitória precisava para chegar ao empate. Hereda cochilou, Marcinho serviu Bruninho, que venceu Alex Alves e deixou tudo igual.

Duas linhas de 4 do Timba (Imagem: SporTV/Premiere)

Tentando reverter a situação, Chamusca tirou Paiva, o “camisa 9”, para a entrada de Matheus Carvalho. Não funcionou. A principal – e única alternativa – de levar perigo do continuou nascendo das cobranças de escanteio de Jean Carlos. No fim, Vinícius ainda foi expulso de forma duvidosa, tornando o empate ainda mais amargo para os alvirrubros.

Créditos da foto principal: Marlon Costa/CNC

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