Novo “galo” na cabeça: análise Atlético-MG 3 x 0 Sport

Por: Mateus Schuler

Cefaleia tensional. O Sport voltou a jogar mal e não foi páreo ao Atlético-MG, no Mineirão, sendo derrotado por 3 x 0 neste sábado (18), pela 21ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, criando uma nova dor de cabeça para Gustavo Florentín; a derrota mantém o Leão afundado no Z-4.

Para o confronto frente ao líder, Gustavo Florentín voltou a formar o 4-2-3-1, no entanto com características mais ofensivas. Sem o volante Zé Welison, por questões contratuais, os leoninos tiveram somente Marcão como marcador no meio-campo, já Hernanes e Everton Felipe alternaram entre articulação e segundo volante; Mikael foi acionado na referência.

Rubro-negros tiveram mudança forçada e por opção diante do Galo (Feito no Tactical Pad)

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COMO FOI

A partida, como esperado, iniciou com o Atlético-MG indo para cima e tendo as melhores oportunidades. A primeira veio quando Keno deu lançamento na pequena área para Zaracho, que dominou e chutou cruzado por debaixo das pernas de Maílson; a bola bateu na trave e correu sobre a linha, mas Sander se antecipou a Diego Costa e afastou o perigo.

Mesmo assim, o Sport não se acomodou em campo e esboçou uma reação. Trocando o posicionamento das peças ofensivas, tentou confundir a defesa do Galo, porém a chance surgiu por meio da bola parada: Hernanes cobrou falta lateral com força e obrigou Éverson a espalmar, fazendo boa defesa. E foi só.

Postado no 4-5-1 – com flertes ao 4-4-2 – defensivamente, o Leão até soube se fechar bem, contudo duas falhas de Hayner custaram caro. Após Nathan Silva lançar na esquerda, Arana dominou, foi até a linha de fundo e cruzou na medida para Diego Costa cabecear. Já perto do fim, o lateral-direito leonino se atrapalhou na saída de jogo e foi desasrmado pelo lateral-esquerdo dos mineiros, que tocou rasteiro para Hulk soltar o pé; Maílson ainda desviou, no entanto sem sucesso.

Duas falhas defensivas deixaram rubro-negros em desvantagem (Imagem: Premiere)

Com pouca criatividade no ataque, Florentín fez duas mudanças na tentativa de corrigir os erros e passar a tentar levar mais perigo à meta atleticana. Por não terem boas atuações no primeiro tempo, Mikael e Tréllez foram sacados para as entradas de André e Everaldo, respectivamente, mantendo o sistema tático.

Mesmo realizando substituições, o Leão ficou sem fluidez no meio-campo e o jogo foi ficando menos movimentado. Assim, coube ao treinador rubro-negro buscar solucionar: Everton Felipe, mal em campo, abriu espaço para Thiago Neves; o armador até fez o time se postar no 4-1-2-3, contudo não aumentou o volume proposto no ataque.

Já nos minutos finais, os pernambucanos até conseguiram balançar a rede por duas vezes, entretanto as jogadas foram impugnadas corretamente pela arbitragem. Paulinho Moccelin lançou André, em impedimento, que tocou na pequena área para Thiago Neves completar; nos acréscimos, Thiago virou o garçom e serviu o camisa 90, novamente adiantado. No último lance, Vargas ainda fez o terceiro, de pênalti, sem dar possibilidade de defesa a Maílson.

Sport tentou maior presença no ataque, mas sem êxito (Imagem: Premiere)

Créditos da foto principal: Anderson Stevens/Sport

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