Sabor de vitória: análise Sergipe 1 x 1 Santa Cruz

Por: Mateus Schuler

Pica-Pau. Com gol de Hugo Cabral, o Santa Cruz buscou empate diante do Sergipe e “bicou” um ponto importante, no Grupo A4, pela Série D do Campeonato Brasileiro neste domingo (29) na Arena Batistão. O tricolor saiu em desvantagem com gol de Paulinho Simionato, mas a derrota foi evitada no fim, de pênalti; partida válida pela sétima rodada.

A equipe coral entrou com Edson Ratinho na lateral direita e Daniel Pereira na cabeça de área, fazendo Elyeser ficar como opção no banco de reservas. De resto, o treinador Marcelo Martelotte optou pela manutenção do 4-2-3-1 que iniciou na vitória ante o CSE na última rodada, tendo Wescley deslocado para a armação.

Escalação teve duas mudanças da rodada passada (Feito no Tactical Pad)

COMO FOI

Assim como a maioria dos jogos na Série D, o Santa Cruz iniciou perdido nas quatro linhas e dando descuidos defensivos. Logo com dois minutos, o placar saiu do zero e em favor do Sergipe, que aproveitou a falha na defesa tricolor: depois de troca de passes pelo lado do campo, a bola sobrou para Paulinho Simionato, que finalizou rasteiro.

O primeiro tempo seguiu com ampla superioridade do Gipão, fazendo o Mais Querido ficar acuado no sistema defensivo. A bola parada também foi usada como alternativa para os donos da casa, pois a marcação coral ficou no 4-1-4-1 e conseguiu controlar melhor as investidas; numa delas, Chiquinho bateu falta colocada próxima à trave.

Compactação tricolor sem a posse teve pontos frágeis (Imagem: InStat TV)

Segurando bem os ímpetos sergipanos, os pernambucanos até tentaram ir à zona ofensiva, contudo não conseguiram mostrar criatividade e dar sustos. O confronto ficou, assim, muito truncado e poucas oportunidades de ambos os lados; somente na reta final da primeira etapa novos lances foram gerados: Hiago cabeceou na segunda trave e Jefferson fez boa defesa. Na sequência, Fabiano cobrou escanteio fechado e quase marcou gol olímpico, acertando a trave.

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Para a segunda metade da partida, Marcelo Martelotte realizou três mexidas na tentativa de dar mais ofensividade à equipe, pois pouco criou durante os primeiros 45 minutos. Raphael Macena, Fabrício e Rodrigo Yuri, que tiveram a atuação abaixo das expectativas, foram sacados para as entradas de Rafael Furtado, Hugo Cabral e Tarcísio, respectivamente.

Mais Querido em transição ofensiva durante segundo tempo (Imagem: InStat TV)

Dessa maneira, a equipe coral passou a se postar num 4-3-3 ao ter a posse, tendo Tarcísio como responsável por fazer a transição da defesa ao ataque. A intensidade até aumentou na mesma proporção da presença ofensiva, no entanto faltou pontaria ao finalizar, sem conseguir chegar perigosamente ao último terço.

Gilberto e Guilherme Castro entraram nos lugares de Matheuzinho e Wescley, que fez a ofensividade ficar maior com o passar do tempo. Próximo do fim do jogo, Edson Ratinho bateu falta lateral direto para o gol e Dida se esticou todo para afastar. Nos acréscimos, Hugo Cabral tentou cruzar e o árbitro viu toque na mão de Lazarini; o próprio Cabral cobrou e deslocou o goleiro, quebrando jejum pessoal e evitando novo revés da Cobra Coral.

Créditos da foto principal: Antônio Soares/CSS

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